
Tem horas que a gente viaja do tal “Espetáculo”, todo tipo de caos vira entretenimento, então neguinho viaja literalmente nas idéias, crê num mundo que não consegue sentir, na verdade ele não existe naquele contexto, esses dias passei um carão por causa de internet, confirmei uma noticia que não tinha acontecido muito menos aconteceu, fiquei uma puta cara de tacho, depois reformulei esse pensamento e acreditar em internet é o mesmo que acreditar em “novela”, claro que existe o factual, porém só nos devemos prender a ele, isso me faz lembrar um curso que de neurolingüística que falava na quarta onda, a onda das comunicações e isso aconteceu rápido demais, tanto que a realidade virou espetáculo digital, existe a preocupação de mensurarmos isso com preocupação, estamos invadindo nossa vidas e essa privacidade pública parece obrigação, o ilustre desconhecido pode ser arrancado do seu anonimato, andar tranqüilamente pelo centro, hoje se nos deixarmos somos presas da teia digital, a janela indiscreta é através do monitor, expõe me lugar público suas entranhas, pensamentos sacanas, tem o desplante de falar intimidades, por isso temos que por vezes desligar o monitor e vivermos o mundo real, imperfeito que só... Mais real!