Aeroportos
Na questão da saturação aérea é preciso mencionar
certas coisas, entre elas que essa é uma situação que
só se agravou, vem ao longo das décadas se
sobrecarregando do profissional de trafego aéreo,
inclusive com dobras e escalas, também se fala muito
de um colapso aéreo e até num “apagão”.
Esses são reflexos de uma atividade que pouco se foca,
muitos pela visão simplista da atividade, que vai
desde os aeroportos até os céus, esquecem da questão
estratégica, abrangendo áreas alfandegárias e de
segurança nacional, alguns pela visão monetarista não
veem que os investimentos são urgentes, sabendo que o
retorno são morosos na questão de dinheiro, mas
necessários em assegurar vidas, combater o
contrabando, pois é porta de entrada e saída da nação,
isso pode ser visto no caso Americano e hoje com uma
nova ótica, completamente diferente em relação a
atividade elementares, nosso caso vai além porque
atinge o cerne da atividade, que são controladores de
vôo que carregam enorme responsabilidade e uma
infra-estrutura discutivel no mínimo.
Agora reside numa questão política as maiores
respostas da questão, já que no caso da ANAC mostra-se
que só existe a burocracia, como diz um famoso
radialista aqui de sampa, esse pessoal só entende de
aviação em embarcar e desembarcar de aeronave, isso
pode ser fruto da condição vexatória do apadrinhamento
dentro da maquina pública, existe a obrigação por
parte do governo em trazer membros importantes do
antigo DAC e mesmo gente da FAB para tal agência, pois
o amadorismo de gabinete pode custar mais caro do que
no momento, nessa questão política ainda há a falha de
comunicação com a sociedade, umas das raras exceções é
o Brigadeiro JC, pelo claro motivo da larga
experiência e não mais um leigo de plantão, pela
gravidade é necessário de agentes atuantes dentro da
Aeronáutica, Agencias reguladoras e Estatais
envolvidas nesse embrulho pra lá de complicado,
dialogo e ações rápidas são extremamente necessárias.