Mercadores de causas
É de se lamentar o que se escuta nos bastidores, mais tem aquela coisa caráter é uma coisa que se tem ou não, quem se mostra déspota sempre gosta de exercer o pequeno poder, os que olham simplesmente seu bolso ou mesmo que na pele de traidor acha que ganhou, foge a realidade porque a partir do momento que perdemos referências mínimas de hombridade, fica claro a lei do mais esperto, se alguns cruzeiros e uma vida bem sucedida em cima da trairagem atraí alguns, fazer o quê... pena, os vendilhões tem em qualquer local, meretrizes das causas nosso país se mostra farto, os vendilhões do templo a bíblia já traz, fica indignação é claro, ninguém gosta do papel de trouxa, ainda mais quando se empunha uma bandeira, só que os vendidos tem seu preço mínimo, podem ganhar milhões como qualquer cafajeste, porém vitórias só existem as de verdade, as outras são engodos de quem se presta ao papel de quem gosta de ganhar no tapetão, nas vestes espúrias dos mercadores hipócritas
My Way
Pra ilustrar outra maneira o post anterior, tem outra eu escrevo a merda que eu quero, foda-se independente se é Leandro e Leonardo ou qualquer merda, se a mina me da tesão escuto qualquer porra, um camisa que é minha banda dos 80, mais Ira tem esse lado brega eu Ferando Pessoa já disse, quem não sabe ler as entrelinha vai sempre ver o lado jeca´"Nois capota mais num breka"
My Way
Camisa de Vênus
Composição: Bruno Ribeiro
E agora que o fim esta perto
E eu encaro esse momento
Meus amigos, eu vou confessar
Os meus pecados e sentimentos
Vivi a mil por hora
E por caminhos que eu nem lembro agora
E mais, bem mais eu sei
I did it my way!!!
Remorsos, eu tenho alguns
Mas mesmo assim
São muito poucos
Eu fiz o que tinha que fazer
Enquanto voces gritavam
Bota pra foder
Eu planejei
Cada jogada
Cada trepada
Por essa estrada
E mais, bem mais eu sei
I did it my way
Naqueles tempos
Eu era um menino
Que já sabia, do meu destino
E caminhando de norte a sul
Eu vi muita gente, tomar no cu
Eu entendi
E não esqueci
I did it my way
Andei, sorri, chorei
E me entreguei
Ao meu trabalho
E agora
Que passou o tempo
Eu acho chato, chato, chato
Pra caralho
Não ter
O que prometer
E não saber mais
O que dizer
Ooo não!!!
Ooo não!!!
I did it my away
Pra que serve o homem
O que é que ele tem
Ou é um puta barão
Ou João ninguém
Fazer as coisas
Que desejou
Comer as mulheres
Com quem sonhou
Eu me fodi
Mas resisti
I did it my, my, my way.
Jovem senhora além mar
O papel me atormenta, então vou pelo lado dissertativo da coisa, poderia aqui escrever uma poesia ou mesmo uma carta, mais assunto deu me apoquenta é daqueles passionais, dessas pessoas que pelo seu magnetismo são apaixonantes, dessas mulheres de lábios formosos que quando passam um batom deixam o mundo mudo, do cheiro sutil das acácias do mês de agosto, tenho a vontade de ser um hacker, quem sabe um cientista ou mesmo Deus pra clonar que tanto inebria corações solitários, eu queria ser o galã e não o corcunda, desse sentimento além mar que só os ibéricos sonham com terras nunca conheceram e talvez nunca conhecerão, que mesmo a deriva angustiado pela sede em pleno mar, delira coisas tolas...
Tolices
Ira!
Composição: Indisponível
São tolices
Que penso sobre você
Você não pensa em mim
Por que andamos na mesma rua?
Vivo Sonhando
Imaginando você
Imagino pegadas
E as vou seguindo
É tolice eu sei
Você não sente os meus passos
Mas eu imagino
Mas eu imagino (2x)
São tolices
o que penso sobre você
Você não pensa em mim
Por que andamos na mesma rua?
Vivo Sonhando
Imaginando você
Imagino pegadas
E as vou seguindo
Um olá talvez
Mas para mim de nada vale
Isso estragaria
O meu "faz de conta"
É tolice eu sei
Você não sente os meus passos
Mas eu imagino
Mas eu imagino (2x)
Tubilhão
O pensamento vem em turbilhão... Mais mesmo sim a necessidade de soltar o verbo...
Esse incomodo acabará no dia que fizerem mais que obvio, até Aecinho fez muito pouco, o que deixa atônito a crônica especializada que ainda procura os de fino trato, certamente será aprovado o fim do voto obrigatório, isso fará que os pobres não votem, ai tudo sairá como nos conformes, os salões ficarão com seu ares mais leves.
Tudo isso porque trazemos o ranço das cortes, a falta que fazem os poliglotas nas conversas e um bando de chiques no terraço, que a plebe ficasse com distancia que lhe é imputada, os palácios e as coberturas sempre falarão de assunto pra daqui a 50 anos, a elite resgata seu verdadeiro papel na história, ainda sinto o sabor do século passando no café, aquilo sim eram tempos de valores, éramos um país menos miscigenado, a Europa ainda desfilava pelas ruas da paulicéia, nordestinos eram simplesmente nordestinos, hoje os verdadeiros valores estão invertidos, deixaram a ralé conhecer os bastidores do poder, por isso tudo veio a tona, a vassalagem estragou tudo, até por não reconhecerem que o gosto podre dos queijos chiques é o que os sublima.
Precisamos sim do sabor da Europa mais no que se refere ao operariado alemão, do proletariado russo, dos franceses que fizeram cair a bastilha, dos italianos que varreram o fascismo, do subúrbio inglês, necessitamos da coisa mais brutas e sem devaneios tolos, isso mesmo menos tolices, esquecer o país de futuro e fazer o do presente.
Quem não está entendendo lembre-se daquela piadinha na net “Eu sou do tempo que Severino era simplesmente nome de porteiro”, esse mesmo povo é que apoiaria o escravagismo, que as mulheres não votassem, que os analfabetos fossem mais ainda cidadãos de segunda classe, esse povo que se constrói através das entradas de serviço.
Veremos algo diferente quando soubermos valorizar o comum, que cada um a sua maneira se já reconhecido, quando esse fetichismo em cima das celebridades acabar, celebrando os fúteis, depois de reconhecermos que as gerações coca-cola foram bem além das celebridades imbecis, tem que se viver o hoje e fazer a sua, transformando a luta diária na luta conjunta, buscar algo melhor e sempre com objetivo coletivo, afinal a realidade arrebenta na nossa cara, até o virtualismo nos atualiza diariamente, por essa interligação simultânea somos obrigados agir, sairmos pras ruas buscando cidadania, ficar atrás do monitor vomitando um comprometimento social é pueril, se realmente acreditamos independente do fatura sócio-econômica que somos capazes, cabe a sociedade civil mostrar a possibilidade no dia a dia, está na hora de sermos solidários como o vizinho, ajudar o cara do lado e aí nos bons exemplos também reforçar a capacidade, não podemos ser pautados pelo temor e coisas ruins.
Sobre a coluna do Dimenstein
Caro Gilberto,
Vejo que você é um dos poucos da grande mídia que se
preocupa com essa questão no cerne, porém como parece
que em termos de educação estadual e municipal rezamos
pela mesma cartilha, sendo que no estado serão 16 anos
de tutela, a repetência rotula e vem cheia de todas
mazelas apresentadas, mais a simples aprovação
continuada me parece a imbecilização, porque há
famílias que querem saber se filho passou de ano, se
preocupam pouco com nível de formação, existe também o
problema de se fazer uma política sólida educacional,
porquê se a toda hora viermos com soluções
mirabolantes cairemos na máxima “Não se preocupe em
fazer projetos a prova de falha, todo imbecil é
criativo”, se realmente se preocupassem chamariam
mentes iguais a sua na realização dessas políticas
consistentes, eles vem com enrolação de estudos e
pesquisas.
Se formos colocar a questão a fundo, veremos que houve
um sucateamento do ensino público, essa espécie de
terceirização que fizeram com os professores do
estado, esse tipo de estado que pensa em se eximir das
responsabilidades em nome da gestão financeira
burocrática, nenhuma atividade terá mais valor o
comprometimento do que a educação, então temos
primeiro um problema de relação entre estado e
cidadão, onde uma planilha barata faz índices
monetários, esse caminho levianamente mais fácil,
existe uma grande necessidade do estado cidadão
novamente, não se trata de assistencialismo ou
paternalismo, houve nas ultimas épocas um discurso por
certos setores das pessoas melhores preparadas vão ter
vidas melhores, essa preocupação ligeira, que pensa no
individuo como um produto barato, tanto que hoje em
termos de números nosso analfabetismo caiu, só que as
letras mostram que isso é uma ficção que as tais
planilhas demonstram, o analfabetismo informal talvez
seja uma marca desses tempos, onde a mentira vem
através dos gráficos, dos que não sabem medir a
estatística, tudo em nome desse virtualismo sem
conteúdo.
Nessa a analise citando o PCC, no momento atual os
jovens começam a glamourizar o que afronta a
sociedade, tudo isso fruto da ausência de estado, que
falta na educação e na reeducação se transforma no
reverso, onde ele mesmo fomenta um poder paralelo,
claro que lembramos quando as mães falavam que iam
mandar seus filhos pro colégio interno, hoje a
preocupação do estado é com esse tipo de reformatório,
só que em forma de Febem, depois claro virá o ensino
superior em forma de penitenciária, porque parece
ridículo, mais criamos uma geração muito mais propensa
a ir pro presídio do que pra faculdade, um colega de
trabalho meu falou bem daqui a pouco as mães falarão
“Filho é melhor você respeitar as regras aqui em casa,
porque quando você for pra cadeia vai encontrar
dificuldades”, isso esta se transformando em
realidade, tentamos tapar o sol com a peneira, parece
absurdo mais falta a aula de educação moral e cívica,
os que fizeram serviço militar falam que isso é outro
fator, temos que dar a mão a palmatória isso forma
cidadãos, o descaso enfileira jovens nas facções, como
se diz muito sentiremos falta desses dias, afinal
jogamos uma legião que se tornarão cabeça, tronco e
membro da ausência de estado.
A sintonia de ontem
O trombadão sacode a sociedade, o menor infrator agora
é maior e através de um sistema educo-carcerário,
criaram-se legiões de rostos pardos, que hoje
amedrontam os condomínios e suas guaritas, que calam
as quebradas, talvez se um dia tivessem dividido a
mesma escola se respeitassem, o objetivo é o mesmo e
vem recheados de ambições fúteis, carros importados e
a balada, cada um conseguirá a seu modo, o pedigree de
raça ou vira lata será o do caminho mais fácil,
reflexões vindas aos espasmos, balbuciam tormentas de
sanidades, só que o vazio deixa solitário quem vê só
exemplo dos que se deram bem, os que a sarjeta draga
são ignorados , os que tentam levantar-se são levados
pelo cotidiano, no dia que atravessam o muro já estão
recolocados, nem todos conseguem trampo nas
multinacionais, só que nesses tempos de business o
descaso transforma uma fagulha numa corporação que
incendiou tudo.
Perdemos a referência, muito mais que algo terrível, a
grande falta de exemplo, do jeito que foi tratado a
educação principalmente dos jovens, o eco que foi
encontrado foi o da socialização através do crime, uma
sociedade mais receptiva, paralelamente se criou na
ausência de estado um mote clandestino, o aliciamento
já se faz uma tarefa mais fácil, o cara sai pra rua
com uma divida de sangue, a partir do momento que
política publica foi a de contenção, 1000 entram e
2000 mil saem se propagando uma legião, a cidadania é
vitimada e alguns poucos podem colocar o focinho na
rua, até os discursos cheio de moral caíram de moda,
se mostrou pífio, a militarização e um contingente
maior seriam a solução, a linha dura se mostra tênue.
Vamos pra rua sem saber o que acontece, os inocentes
acham-se heróis porque conseguem manter a rotina
sozinhos, os unos serão sempre sós, mesmo que sejam
milhares, a partir do momento que tento ir só pra
viver uma vida normal, mostra que ou não sou capaz de
viver numa metrópole ou vivo numa metrópole sitiada,
passamos desapercebidos pelos rostos desconhecidos,
afinal o outro é um grande medo.